O cara errado

Postado por Vanessa Zaude às quarta-feira, julho 18, 2012

Oi, esse é o meu primeiro post no blog e eu andei pensando e achei que uma apresentação não faria mal a ninguém. Bom, prazer, eu sou a Vanessa e esse é o meu “Divando com Vanessa” haha. Sobre minha descrição no “Quem Somos”... Sim, eu realmente tenho um amor inexplicável pelo John Mayer, daqueles que me fazem pensar que eu sou a maior fã do mundo e ponto final. Odeio, detesto, não suporto coisas melosas porque, como boa leonina, me sinto sufocada. E a parte da “diva” e dos “melhores conselhos”, eu espero que vocês me digam com o tempo se essas 19 meninas, que dividem o blog comigo, estão certas ;)
Eu gosto muito de escrever e realmente vivo escrevendo. Meus posts aqui serão alternados e diversos porque eu, geralmente, baseio o que eu escrevo pela fase em que eu me encontro, por algo que aconteceu comigo ou com alguém que eu conheço. Portanto, se você é minha amiga ou meu amigo, olá! provavelmente você vai identificar algo seu aqui hahaha

Quando ele, simplesmente, é o cara errado.
Certo, você pode ser uma garota com um pouco mais de sorte do que eu e tantas outras meninas, mas é realmente difícil acreditar que nunca houve, pelo menos, um cara errado na sua vida. Bem, na minha, posso dizer que tive alguns... muitos.
E o que fazer? Até que ponto nós podemos escolher? Até que ponto nós conseguimos cair fora sem nos envolvermos tanto? Será que a culpa é dele? Ou é nossa?
Mas... por que ele?
Infelizmente, eu tenho uma tese de que a gente sempre tende a escolher o que ou tá fora do nosso alcance, ou é complicado demais, ou é totalmente errado. Falando sério, coisas normais e básicas não são muito interessantes. São mais fáceis de lidar, mas não carregam consigo toda a emoção.
E talvez seja isso. O cara errado é um atrativo maior, é mais divertido, é mais emocionante.
Ok, ok. Voltando ao ponto em que ele é o cara errado... Você o escolheu, mesmo sabendo que, no final, não ia dar certo e decide levar adiante. Não pode ser tão ruim, é só por um tempinho. Eu aposto que você pensou isso. O problema é que o nosso “tempinho” acaba se transformando num tempo interminável ou acaba sendo o suficiente pra gente estar envolvida até o pescoço. Mas eu posso terminar, agora, se eu quiser. Muito bem, você já tá totalmente envolvida e, provavelmente, mais envolvida do que ele (hello, ele é o cara errado da situação). Ou seja, você com certeza vai terminar isso tudo, no mínimo, com alguns arranhões (pra ser otimista).
E, então, eu me pergunto: se nós sabíamos que íamos sair com, pelo menos, uns arranhões por que mesmo assim a gente deixou rolar?
A resposta é bastante simples: porque nós raramente medimos a consequência dos nossos atos. Afinal, se nós parássemos pra pensar por... uns 10 minutos, eu aposto que nossas decisões seriam diferentes. Aquele ditado que diz que quando você pensa muito, perde a coragem é totalmente verdade. E não é questão de coragem, é questão de pensar um pouquinho no “depois”.
Pode até ser clichê, mas o “depois” é, sim, importante. E, provavelmente, se ele for considerado primeiro, nós evitaríamos algumas futuras cicatrizes.
Falando sério, a culpa é nossa. Nossas decisões, nossas consequências. Ele até pode ser o cara errado, mas fomos nós que o escolhemos. Nós optamos por isso, não é como se nós não tivéssemos tido escolha. Nós tivemos, sabíamos como seria e, ainda assim, decidimos continuar.
Esse blablabla todo foi uma reflexão minha, dia desses... Um daqueles dias em que você começa a se questionar como teria sido sem algumas pessoas na sua vida e com algumas outras nela. Cheguei à conclusão que não posso culpar nem um dos caras que eram errados, porque foi uma opção minha. (Convenhamos, a gente sempre sabe se ele não é o cara certo, não é uma caixinha de surpresa, na maioria dos casos).
A questão é, tinha um cara errado na minha vida até pouco tempo. Eu deixei acontecer, mas depois pesei tudo melhor e voltei atrás. Não é como se eu pudesse refazer tudo ou apagar, eu saí com todos aqueles arranhões, mas com uma boa quantidade de lições, também.
Não é errado estar com alguém que não se encaixa nos padrões que nós desejamos. Pode ser, até mesmo, que ele se encaixe na sua vida por um tempo, te ensine algumas coisas ou se mostre uma pessoa diferente e, uau! Temos uma surpresa. O que nós precisamos pesar é se vale a pena cada arranhão por uma lição aprendida. Enquanto valer, não tem como dizer que é totalmente errado. Enquanto você tá aprendendo, tem alguma coisa certa ali. Só não vale se arriscar demais, sofrer demais e sair apenas desse jeito.
De cada coisa que nós passamos, nós tiramos uma lição, ou pelo menos deveríamos. Eu tirei algumas dessa minha última loucura.
Espero que você sempre tire as suas próprias lições e as use para consertar coisas ou amenizar o sentimento de perda ao sair de um relacionamento. Espero que as minhas a ajudem também porque terá uma porção delas aqui.
Um beijo, Divinha.

3 comentários:

Mariana Souza on 18 de julho de 2012 20:20 disse... Responder comentário

adorei o post! concordo totalmente quando você diz que a garota é que está errada em escolher o "cara errado". é por isso que algumas meninas ficam falando que "todos os homens são iguais"

Anônimo disse... Responder comentário

DIVA!!!!! Q saudade! Parabens... Amei! Amo amo amo desde a mhh kkkkkkkk <3

Julia Godoy disse... Responder comentário

Melhor parte do blog! Bjs

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